O game já começa apelando: a cinemática de introdução é simplesmente fantástica, comparando-se à épica abertura de Brave New World, última grande expansão para Civilization V. Nela, é explicado o contexto em que se passa Beyond Earth: a raça humana está em busca de uma nova casa e enviando pessoas escolhidas para colonizar o novo planeta.
Iniciamos o jogo no novo planeta escolhido pela humanidade e é aí que Civilization abre todo o leque de possibilidades que a exploração de um sistema completamente desconhecido traz. Nos familiarizamos com o miasma, que é uma substância inicialmente desconhecida e nociva aos humanos, com espécies aliens, que podemos tentar domesticar ou optar pela sua extinção (que, acredite, vai dar muito trabalho),e por aí vai.
Além desta exploração do desconhecido, Beyond Earth também te coloca mais à frente de questões e decisões administrativas, que influenciam tanto no desenvolvimento da sua nação quanto, é claro, na sua relação com as outras colônias. Mas o que mais chamou a atenção foi a novíssima “órbita” de tecnologias, que lhe dá uma visão muito mais estratégica sobre onde suas pesquisas levarão sua sociedade.
Pesquisas essas, aliás, que influenciam diretamente no pensamento ideológico que a sua população vai seguir. Não é como o título anterior da série, em que você escolhia uma ideologia.
Tudo isso junto resulta em um prato cheio para os fãs de games de estratégia. Os mais experientes na série Civilization vão gostar muito da complexidade ainda maior oferecida pelo jogo, mas os iniciantes também vão se situar de maneira bem fácil, pois os tutoriais estão bem fáceis e fluidos.
No entanto, se é a sua primeira vez com Civilization e achou o jogo um porre, siga minha recomendação: jogue pelo menos uma hora com os conselhos do tutorial. Depois disso pode ter certeza que sua opinião estará pelo menos levemente mudada!
Civilization: Beyond Earth já está disponível para Windows. Logo ele também estará no Linux e Mac.














